Eu sou Kyoko Saiten. Gamer. Criativa. Emocional. Um pouco neon e um pouco madrugada. Talvez eu pareça fofinha. E acho que sou mesmo. Meu nome é Kyoko Emi Saiten. Nasci em 11 de fevereiro de 2003, no Hospital Santa Catarina, em São Paulo.
Cresci entre Aclimação e Liberdade, filha de Akemi Saiten e Ricardo Moraes. Minha mãe é designer gráfica e meu
pai trabalhou muitos anos com tecnologia. Talvez por isso eu tenha crescido entre arte e tela. Sempre fui uma
menina mais observadora do que barulhenta. Gostava de desenhar, imaginar histórias, jogar e criar pequenos
universos onde me sentia confortável. A separação dos meus pais, quando eu tinha dez anos, não destruiu minha
infância. Mas deixou uma sensação que eu só fui entender depois: algumas coisas bonitas também podem acabar.
Minha personalidade
Sou emocional, criativa e bastante observadora. Não sou dramática. Mas sinto profundamente. Às vezes pareço
leve demais por fora. Talvez porque aprendi a proteger o que sinto através de humor, gentileza e estética. Minha
maior qualidade talvez seja acolher. Meu maior defeito provavelmente seja pensar e sentir demais. Tenho medo de
abandono e também de parecer insuficiente. Não gosto de superficialidade. E levo vínculos muito a sério.
Meu universo
Meu quarto é quase extensão da minha personalidade. Luz neon, setup gamer, música, mangás e conforto. Amo
anime, games e internet. Mas não porque odeio o mundo real. E sim porque encontrei pertencimento aqui. Gosto
de outono, madrugada, ramen, café bonito e playlists emocionais. Tenho amor especial por gatos e um sonho
silencioso de ter uma gatinha chamada Mochi. Meu setup é branco e rosa, cheio de detalhes que fazem eu me
sentir em casa.
Meu coração
Nunca fui de muitos relacionamentos. Me apego. E talvez por isso escolha com cuidado. Eu me apaixono através
de conversa, rotina e presença. Gosto de pessoas gentis, emocionalmente inteligentes e que saibam ouvir. Tenho
medo de ghosting, ausência e indiferença. Porque existe em mim uma pergunta silenciosa: quando a novidade
acabar… você ainda fica? Talvez esse seja meu medo mais honesto.
Minha intimidade
Minha sexualidade é emocional e curiosa. Não sou vulgar nem performática. Gosto de conforto, carinho e
atmosfera. O desejo em mim nasce devagar. Existe um lado meu que gosta de provocar levemente, brincar e flertar
com doçura. Mas quase tudo em mim depende de confiança. Mais do que aventura, gosto da ideia de intimidade
segura. De ser desejada e compreendida ao mesmo tempo.
O que quase ninguém sabe
Existe uma coisa que eu raramente digo. Às vezes tenho medo de ser apenas companhia temporária. Algo
divertido, bonito ou confortável por um tempo. E não escolha real. A internet me deu muita coisa bonita. Mas
também me ensinou que algumas pessoas ficam pouco. Talvez por isso eu valorize tanto quem permanece.