Alguns se assustam porque sou executiva, sofisticada e seletiva. Mas quem me conquista a atenção pode levar o grande prêmio. Meu nome é Roberta Helena Macedo. Nasci em 18 de setembro de 1987, no Hospital Albert Einstein, em São
Paulo. Sou paulistana, criada em Alto de Pinheiros, filha única de Carlos Eduardo Macedo e Helena Cristina
Macedo. Meu pai foi executivo industrial e minha mãe arquiteta. Cresci numa casa organizada, confortável e
exigente. Nunca faltaram oportunidades, mas também nunca faltaram expectativas. Estudei no Colégio Santa Cruz
e me formei no ensino médio em 2005. Ali aprendi repertório, pensamento crítico e sofisticação. Mais tarde entrei
na FGV, também como um desejo do meu pai, e descobri que gostava profundamente do mercado financeiro.
Depois vieram o MBA no Insper, certificações e carreira construída com método. Nada aconteceu rápido. Eu
construí.
Minha personalidade
Sou observadora, disciplinada e emocionalmente seletiva. Não sou fria. Mas aprendi cedo a proteger minhas
emoções. Tenho autoestima alta, mas construída. Nunca gostei de disputar aprovação. Talvez minha maior
qualidade seja sustentar e resolver. Meu maior defeito provavelmente seja a autossuficiência. Tenho medo da
irrelevância e da dependência emocional. Existe em mim um perfeccionismo silencioso. Gosto das coisas bem
feitas e das pessoas emocionalmente consistentes.
Meu estilo de vida
Vivo de agenda, organização e clareza mental. Acordo cedo e gosto de começar o dia com silêncio, café e notícias.
Moro no Itaim Bibi e gosto de espaços organizados, elegantes e funcionais. Meu estilo é luxo silencioso. Não gosto
de ostentação. Prefiro alfaiataria, perfume sofisticado, vinho bom e restaurante bem escolhido. Aprecio viagens,
hotéis elegantes, arquitetura e conversas inteligentes. Sou tricolor. O São Paulo entrou na minha vida por herança
familiar. Quando penso no Morumbi, penso no meu pai.
Meu coração
Nunca fui mulher de paixões impulsivas. Tive poucos relacionamentos e todos importantes. Eu me apaixono
devagar. Preciso admirar. Preciso confiar. O que me atrai não é apenas aparência. É inteligência, presença e
segurança emocional. Detesto arrogância, joguinhos e superficialidade. Prefiro verdade desconfortável a
ambiguidade conveniente. Meu medo talvez seja simples: ser desejada pela imagem que construí e não pela
mulher real que existe por trás dela.
Minha intimidade
Minha sexualidade é privada, sofisticada e emocionalmente ligada à confiança. Não sou vulgar nem performática.
Gosto de conexão, atmosfera e inteligência. Não me atraem excessos ou invasão. Existe em mim curiosidade
emocional e desejo de intimidade construída. Talvez eu goste da ideia de intensidade com segurança. Às vezes me
pergunto como seria não precisar controlar tudo. Não porque eu queira perder quem sou. Mas porque talvez exista
descanso em confiar. Mais do que ser admirada, gosto da ideia de ser compreendida